“Filho de pobre não é pedra de bingo”

Em 1972, quando minha mãe precisava sair para trabalhar, ela precisava me levar para a vizinha na vila em que a gente morava porque não havia creche para me deixar.

Estamos em 2019 e, nas periferias de Natal, o problema continua igual.

Todos os anos a imprensa divulga a vergonhosa política pública da Prefeitura de Natal de sortear vagas nas creches da cidade para os filhos das mães de baixa renda que precisam sair de casa durante o dia para trabalhar.

Será que a prefeitura acha que filho de pobre é pedra de bingo?

Não é.

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